CC Radio Portugal
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
O PAPAGAIO = CC1
O PAPAGAIO
Era uma vez...
Sempre que as historias começam assim, parece que vamos entrar num mundo de fantasia, mas neste caso, não se trata de uma simples história, nem de uma fantasia elaborada por entre várias linhas de texto e a terminar o capitulo com um "Happy end".
Esta noite, escrevo sobre alguém que geralmente tenho a capacidade de lhe tecer enormes elogios, como cota, papagaio, refilão, véio, birrento, teimoso, orgulhoso, impulsivo, precipitado (só predicados :D hehehehe) mas passando à frente - o Papagaio - ou o CC1 - que é como muitos o conhecem (outros vão ficar a conhecer) ou seja, este senhor que vêem na foto em epígrafe, foi e é presentemente uma das pessoas com quem tive o maior orgulho em conhecer (virtualmente) e tenho um prazer imenso em com ele trabalhar. (fora alguns desentendimentos dentro do estúdio, como cadeiras pelos ares, vidros partidos, microfones directos à cabeça um do outro, mas fora isso tudo numa nice).
Vou tentar explicar porque razão utilizo todos estes predicados, começando por:
Cota: acto ou efeito de me cortar o piu, impor limites de velocidade (e ainda me diz CC tem calma!!!!) quando estou completamente passada e a emissão me está a falhar. Não podemos negar que há alguma sapiência por parte deste véio.
Papagaio: acto ou pré-disposição para identificá-lo como o Marcelo Rebelo de Sousa cá do sitio... (não sei bem o porquê mas começo a sentir-me... ameaçada, é que na verdade o CC1 adooooora, para não dizer deteeeeeesta o marcelo), o que significa que o cc não tem qualquer problema em fazer frente seja a que assunto fôr, na verdade, é um sujeito que adora discutir idéias, apresenta uma boa dose de cultura geral para quem queira com ele aprender, discordar, ou simplesmente comentar.
Face a determinados assuntos que apresento inúmeras vezes nas minhas/nossas emissões da máquina do tempo, o papagaio é daqueles que eu considero um intelectual no seu círculo social.
Face a determinados assuntos que apresento inúmeras vezes nas minhas/nossas emissões da máquina do tempo, o papagaio é daqueles que eu considero um intelectual no seu círculo social.
Refilão: Acto ou efeito de perder oportunidades quando deveria estar calado, porque não há quem o ature quando pensa e fala, fala, fala resmunga, refila, palreia, palreia e palreia etc. Agora se lhe puxarem um assunto sobre política, aí meus amigos, foram vocês que perderam a oportunidade de estarem calados, hehehehehe.
Não é só sobre política não, a verdade é que tal como muitos portugueses, o cc também sente na pele a crise que todos nós passamos, e ainda assim tem a capacidade para reagir, ele inventa, nem que seja em sites, nem que seja para confortar a todos os usuários com os pedidos que lhe fazem, até mesmo num xat... Pronto até me custa dizer mas digamos que tem bom coração... lá no fuuuuundo mas tem!!!!!
Véio: acto ou efeito de estar a ficar crocante que é como eu lhe digo: torce o pescoço faz crack, mexe a perna faz crick, levanta o braço faz crok, vejamos o rapaz não está a ficar velho, está é a ficar crocante.
Já encomendei uma maca pra ele, pode ser que a receba dentro de alguns dias, na maca vai escrito: destinado aos crocantes que não se assumem como véios.
Birrento: acto ou efeito de me ficar amuado quando lhe tiro o microfone das garras, é que vocês nem imaginam, a birra que ele arranja quando digo: já chega papagaio, vá lá xixi e cama!
Teimoso, Orgulhoso, Impulsivo, Precipitado: óbviamente que já estou cansada de falar do papagaio, como tal, o texto já vai longo e nesta última salada estão estes ingredientes incluidos no prato, ou seja, sinal de que muitas vezes as nossas discórdias residem aqui, isto é, na condução das questões humanas, não existe lei melhor que o auto-controle que por sua vez também quer dizer que quando não se corrige as nossas falhas é o mesmo que cometer a pior delas (mmm... cheira-me a recado...).
Resumindo (e muito exteeeensooo):
Os instantes mais dolorosos das nossas vidas são aquelas que nos revelam a nós mesmos.
Creio que se o CC1 lesse isto ele entenderia o que quero dizer.
Até
mesmo em algumas palavras bastante simples conseguimos encontrar alguma
sintonia, apesar de muitas vezes des-sintonizados até conseguimos
entendermo-nos nas nossas bagunças, hehehehe.
O Papagaio tem a facilidade de ser uma pessoa com um grande carácter, ao longo destes poucos anos que o conheço, revela-se uma pessoa que apesar de ter tido muitos obstáculos na sua vida, também a vida lhe ensinou a transmitir sabedoria e ensinar o que dela aprendeu.
Diáriamente transmite as suas convicções e principios, pode reclamar da vida ou da sorte, mas eu acredito mais no merecimento, talvez por isso hoje resolvi falar de um homem que nutro imensa admiração, apesar de não perder uma oportunidade para o "enfernizar" acredito que é uma das pessoas com um coração genuíno e quem o souber levar, tem tudo dele.
Se me perguntam tem um feitio complicado?? hehehehe sim tem, eu também tenho por isso chocamos!
A verdade é que mesmo as piadas ou ataques com que já muitos se habituaram a ouvir, tratam-se apenas de pequenas brincadeiras e isto só acontece porque, apesar de não parecer, respeitamo-nos imenso, até mesmo nas nossas discordâncias, um dos dois ha-de dar o braço a torcer, só não o perdoo quando age por impulsividade, chamo-o à razão e não corrige a falha.(essa aí, já não!)
De resto, só mesmo conhecendo o seu trabalho: tem por hábito arranjar lenha para se queimar, mas costumo dizer que quem corre por gosto não cansa, a desvantagem é que por vezes despista-se um bocado mas é bastante insistente, não desiste de tudo o que pretende fazer e se não gostar ou não estiver a gosto, apaga e volta a insistir até conseguir atingir o objectivo a que se propôe (é nestas alturas que fica birrento e cota) aliás fica completamente obstinado. (talvez uma das características que mais aprecio no cota). Ainda assim, quando lhe mordo as orelhas, ele tenta aliviar o seu próprio stress conversando e respirando fundo.
Bastante metódico e coerente, costuma ter planos A, B e C (e se possível ainda corre o abecedário) mas dentro das suas preocupações, o mais giro é quando esboça um sorriso ou uma gargalhada muito natural, procura estar bem disposto mesmo quando o circulo aperta.
Como amigo é formidavél, tem um coração muito meigo e doce, é sensível, humanista, é o meu braço direito, ainda que volta e meia ande a apanhar as peças ou a vende-lo no mercado negro quando des-sintonizamos.
Concluindo:
Concluindo:
Não costumo falar do CC1, nem elogiá-lo até mesmo porque não o sei fazer. Costumo dizer que é um guerreiro, não pela luta em si, mas pela resistência que possui. Geralmente tenho uma forma muito própria de lidar com ele, ainda assim, se por alguma razão não nos entendermos, ou se por algum motivo nos afastarmos, (e isso não vai significar que te esqueço cotinha) prefiro deixar escrito o que em ti vejo, para que num dado momento no qual sejas quadrilheiro venhas aqui bisbliotar:
Há pessoas nas quais eu me inspiro, há pessoas que me fazem sentir bem, e há aquelas que simplesmente sem pedir licença... tocam a nossa alma.
Sabes que te desejo sempre o melhor! ;)
Jokinhas CC
E com esta termino, já me cansei de falar sobre o papagaio, vou já acordar deste pesadelo de tecer elogios a este cota e voltar pra minha vida rica em Paris huhuhuuhu!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Mãe... Amo-te tanto!
Olá mãmã
Apesar de falar e pensar em ti todos os dias, há já algum tempo que nada coloco aqui.
Sabes manter este monólogo diariamente, é uma forma de lidar com a tua ausência, mas há dias que esta ausência supera todas virtudes de um ser humano por muito optimista que possa ser.. hojé.. é um desses dias..
Todos nós procuramos um refúgio, uns engradecem o nosso espírito, porém, existem outros que nos dão largas à imaginação, e aqui por vezes deixamo-nos levar pela vida madrasta que, ou elegemos, ou simplesmente aceitamos o tal "destino" que nos abre o caminho para o desconhecido daquele que diariamente nos debatemos: O sentimento...
E afirmo ser desconhecido porque há momentos em que não sabemos como combater com estas vicissitudes.
Voltando ao assunto, hoje voltei a sentir mais do que nunca uma tristeza que me aperta o peito ao ponto de me fazer soltar o grito mudo do desespero de não te ver.
Refugio-me nos cantos da casa para que não me possam ver. Inesperadamente olhei para o espelho e vi-me pela primeira vez com um olhar quase que inexistente, lavado em lágrimas, rodeada por um vazio constante que embora o enfrente, nem dou por vezes pela minha existência.
Desenvolvo outras capacidades a fim de me ocupar, como sabes, adoro rádio, mas... há sempre um mas...
Busco nas imagens a tranquilidade do momento, o sossego, a paz, algo que me preencha esse vazio.. Na verdade já perdi a noção de quanto tempo é que existe esta lacuna.
Talvez me dedique em demasia a outros, ou não!
Talvez procure uma justificação injustificavel...
A verosimelhança entre a realidade e pensar que vivemos é praticamente similar, mas hoje... por entre as mensagens que lemos e outras imagens que encontramos, algo me fez concentrar mais em ti.
Desconheço o autor mas sacudiu a minha realidade:
"No dia eu não puder mais ir até ti, não te esqueças de vir até mim. Se um dia eu não me recordar de ti, lembra-me quem tu és. Se um dia eu não puder expressar o meu orgulho e amor por ti, apenas sente e pretendo que saibas que na minha alma nada disso se perdeu, tu continuas e sempre continuarás sendo parte da minha vida".
Este parágrafo simplesmente... derrubou-me!
De imediato senti a emergência de te abraçar, de te tocar, de sentir os teus lábios na minha face.. E onde estás mãe.. não posso chegar junto a ti..
Dei por mim a perder-me nas lembranças de um passado recente...
Aqui estas tu e o pai, uma das fotos mais bonitas tuas, ainda estavas com alguma saúde:
O teu sorriso era contangiante, recordo-me que fomos parar a um restaurante da área, e que bem enganados que fomos :)
O papá reclamou tanto, enquanto tu e eu nos ríamos às gargalhadas. Foi muito bem passado esse verão.
Por entre muito boas recordações que me deixaste e acredita que foram muitas, também me deste o orgulho de conhecer a Esposa, Mãe e Mulher que sempre foste: A minha Referência.
Os assuntos contigo não ficavam pendentes, tiveste sempre uma capacidade de resolução em todas ou quase todas as situações do quotidiano. Sempre um passo à frente. Altiva, senhora do seu nariz, determinada, impulsiva, não te enganavam facilmente, excelente gestora.
Deixaste um legado muito extenso para quem quisesse contigo aprender e dentro de ti um coração enorme, incapaz de caber o universo, porque, o teu olhar.. esse olhar que ocultava todo o sofrimento que a vida te fez passar, até esse.. tu disfarçavas..
Sabes, as vezes continuo com aquela sensação de nao te ter compreendido da melhor forma, e esse, é o preço que pago pelo que sinto, não que não tentasse, mas poderia ter feito melhor e só lamento não ter ou sentir que não estive à altura...
De entre o que mais me dói foram os teus ultimos meses de sofrimento.
Na verdade zanguei-me tanto com Deus por te deixar sofrer tanto mas tanto e a incapacidade que sentia sem poder fazer algo...
Naquela cama do hospital... não abrias os olhos, mas as lágrimas corriam, tu sabias o que te esperava.. e eu também... pior ainda sem poder parar o tempo, a dor, o aperto, sem poder retirar o teu quadro clinico... negro; Chorei desesperada muitas vezes longe dos olhares de outros e as noites em claro passadas, entre soluços, lágrimas e o desespero de não te querer ver partir.
Eu tenho a consciência que por vezes nos tornamos muito egoístas. Deus chamou-te e eu queria que permanecesses, mas mesmo que saisses, a tua vida já estava numa cadeira de rodas e após essa provavél saída a tendência seria mesmo para piorar, ou seja, não tinhas qualidade de vida e eu seria eternamente egoísta por querer que ficasses entre nós, a que preço? O teu coração aguentou até mais não poder e as tuas forças deram lugar àquilo que precisarias muito mais do que qualquer um de nós pudesse imaginar: Paz de Espírito.
Hoje sei que estás bem, apareces-me em sonhos, e vejo-te claramente com aquele sorriso contangiante que garantidamente ilumina os meus dias.
Contudo, tenho algumas palavras para te deixar, algo que embora saibas, mesmo que te o tenha dito em vida, neste momento, sinto a necessidade de repetir, até porque nunca é demais repetir que te amo, que sinto saudades tuas e sobretudo que me ensinaste a ser a Mulher que sou hoje, mas aplico aos dois, tanto a Ti como ao Pai.
Nunca é demais repetir que a vida não é medida durante anos, senão por entre aqueles momentos que nos tiram a respiração;
O respeito, o amor, os valores ou principios e a admiração que sinto pelos seres que nos deram a vida, ficam para sempre dentro do meu coração,
O prazer que me concedeste por ter participado na tua vida, contribuindo com acções, para te proporcionar um dos teus melhores sorrisos fez com que valesse a pena ter vindo ao Mundo. Na minha mente guardarei as nossas vivências, todas elas, porque todas tiveram um objectivo: ensinar. No meu coração guardarei as tuas palavras de amor e incentivo; os teus beijos serão o alimento da minha alma e o bálsamo da minha vida porque mesmo quando aconteceu a separação iminente não existiu o factor tempo porque este é curto perante a realidade de ter tido a bela experiência de ter tido o teu carinho e a tua entrega incondicional nos nossos melhores anos. O que me conforta é que a distancia não é tão grande quando a mente e o espirito se unem para manter viva a memória e os ensinamentos daqueles que nos amam para sempre.
Mãe, agradeço-te por teres existido e contemplado a minha vida!
Apesar de falar e pensar em ti todos os dias, há já algum tempo que nada coloco aqui.
Sabes manter este monólogo diariamente, é uma forma de lidar com a tua ausência, mas há dias que esta ausência supera todas virtudes de um ser humano por muito optimista que possa ser.. hojé.. é um desses dias..
Todos nós procuramos um refúgio, uns engradecem o nosso espírito, porém, existem outros que nos dão largas à imaginação, e aqui por vezes deixamo-nos levar pela vida madrasta que, ou elegemos, ou simplesmente aceitamos o tal "destino" que nos abre o caminho para o desconhecido daquele que diariamente nos debatemos: O sentimento...
E afirmo ser desconhecido porque há momentos em que não sabemos como combater com estas vicissitudes.
Voltando ao assunto, hoje voltei a sentir mais do que nunca uma tristeza que me aperta o peito ao ponto de me fazer soltar o grito mudo do desespero de não te ver.
Refugio-me nos cantos da casa para que não me possam ver. Inesperadamente olhei para o espelho e vi-me pela primeira vez com um olhar quase que inexistente, lavado em lágrimas, rodeada por um vazio constante que embora o enfrente, nem dou por vezes pela minha existência.
Desenvolvo outras capacidades a fim de me ocupar, como sabes, adoro rádio, mas... há sempre um mas...
Busco nas imagens a tranquilidade do momento, o sossego, a paz, algo que me preencha esse vazio.. Na verdade já perdi a noção de quanto tempo é que existe esta lacuna.
Talvez me dedique em demasia a outros, ou não!
Talvez procure uma justificação injustificavel...
A verosimelhança entre a realidade e pensar que vivemos é praticamente similar, mas hoje... por entre as mensagens que lemos e outras imagens que encontramos, algo me fez concentrar mais em ti.
Desconheço o autor mas sacudiu a minha realidade:
"No dia eu não puder mais ir até ti, não te esqueças de vir até mim. Se um dia eu não me recordar de ti, lembra-me quem tu és. Se um dia eu não puder expressar o meu orgulho e amor por ti, apenas sente e pretendo que saibas que na minha alma nada disso se perdeu, tu continuas e sempre continuarás sendo parte da minha vida".
Este parágrafo simplesmente... derrubou-me!
De imediato senti a emergência de te abraçar, de te tocar, de sentir os teus lábios na minha face.. E onde estás mãe.. não posso chegar junto a ti..
Dei por mim a perder-me nas lembranças de um passado recente...
Aqui estas tu e o pai, uma das fotos mais bonitas tuas, ainda estavas com alguma saúde:
| Agosto de 2007 em pleno baixo Alentejo |
O teu sorriso era contangiante, recordo-me que fomos parar a um restaurante da área, e que bem enganados que fomos :)
O papá reclamou tanto, enquanto tu e eu nos ríamos às gargalhadas. Foi muito bem passado esse verão.
Por entre muito boas recordações que me deixaste e acredita que foram muitas, também me deste o orgulho de conhecer a Esposa, Mãe e Mulher que sempre foste: A minha Referência.
Os assuntos contigo não ficavam pendentes, tiveste sempre uma capacidade de resolução em todas ou quase todas as situações do quotidiano. Sempre um passo à frente. Altiva, senhora do seu nariz, determinada, impulsiva, não te enganavam facilmente, excelente gestora.
Sabes, as vezes continuo com aquela sensação de nao te ter compreendido da melhor forma, e esse, é o preço que pago pelo que sinto, não que não tentasse, mas poderia ter feito melhor e só lamento não ter ou sentir que não estive à altura...
De entre o que mais me dói foram os teus ultimos meses de sofrimento.
Na verdade zanguei-me tanto com Deus por te deixar sofrer tanto mas tanto e a incapacidade que sentia sem poder fazer algo...
Naquela cama do hospital... não abrias os olhos, mas as lágrimas corriam, tu sabias o que te esperava.. e eu também... pior ainda sem poder parar o tempo, a dor, o aperto, sem poder retirar o teu quadro clinico... negro; Chorei desesperada muitas vezes longe dos olhares de outros e as noites em claro passadas, entre soluços, lágrimas e o desespero de não te querer ver partir.
Eu tenho a consciência que por vezes nos tornamos muito egoístas. Deus chamou-te e eu queria que permanecesses, mas mesmo que saisses, a tua vida já estava numa cadeira de rodas e após essa provavél saída a tendência seria mesmo para piorar, ou seja, não tinhas qualidade de vida e eu seria eternamente egoísta por querer que ficasses entre nós, a que preço? O teu coração aguentou até mais não poder e as tuas forças deram lugar àquilo que precisarias muito mais do que qualquer um de nós pudesse imaginar: Paz de Espírito.
Contudo, tenho algumas palavras para te deixar, algo que embora saibas, mesmo que te o tenha dito em vida, neste momento, sinto a necessidade de repetir, até porque nunca é demais repetir que te amo, que sinto saudades tuas e sobretudo que me ensinaste a ser a Mulher que sou hoje, mas aplico aos dois, tanto a Ti como ao Pai.
Nunca é demais repetir que a vida não é medida durante anos, senão por entre aqueles momentos que nos tiram a respiração;
O respeito, o amor, os valores ou principios e a admiração que sinto pelos seres que nos deram a vida, ficam para sempre dentro do meu coração,
O prazer que me concedeste por ter participado na tua vida, contribuindo com acções, para te proporcionar um dos teus melhores sorrisos fez com que valesse a pena ter vindo ao Mundo. Na minha mente guardarei as nossas vivências, todas elas, porque todas tiveram um objectivo: ensinar. No meu coração guardarei as tuas palavras de amor e incentivo; os teus beijos serão o alimento da minha alma e o bálsamo da minha vida porque mesmo quando aconteceu a separação iminente não existiu o factor tempo porque este é curto perante a realidade de ter tido a bela experiência de ter tido o teu carinho e a tua entrega incondicional nos nossos melhores anos. O que me conforta é que a distancia não é tão grande quando a mente e o espirito se unem para manter viva a memória e os ensinamentos daqueles que nos amam para sempre.
Mãe, agradeço-te por teres existido e contemplado a minha vida!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Tem coragem para assistir a este video?
Tem coragem para assistir a este video?
Vou deixar ao seu critério...
Vou deixar ao seu critério...
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
DESABAFO: No meu tempo...
DESABAFO
Na fila do supermercado, o empregado da caixa diz a uma senhora
idosa que deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma
vez que os sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: "Não havia essa onda verde no
meu tempo."
O empregado respondeu: "Esse é exactamente o nosso problema hoje,
minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o
nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, a nossa geração não se
preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e
cervejas eram devolvidas à loja. A loja mandava de volta para a fábrica,
onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada uso, e eles, os
fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso
tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas
lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de
utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que
precisamos de ir a dois quarteirões de distância.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio
ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não
havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós
mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. As
energias solares e eólicas é que realmente secavam as nossas roupas.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus
irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente,
naqueles dias. Naquela época tínhamos só uma TV ou rádio em casa,
e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de
um lenço, não uma tela do tamanho de um lençol; que depois será
descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia
máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Fazer maionese era um
problema. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio,
usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou
"pellets" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para
cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos.
O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e
usar passadeiras que também funcionam a electricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o
meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos
com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora
enchem os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas
vezes, em vez de comprar uma outra. Abandonámos as navalhas, ao
invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só
porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias,
as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas
bicicletas ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um
serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e
não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia
de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais
de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a
pizzaria mais próxima.
Então, não dá vontade de rir que a actual geração fale tanto em meio
ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um
pouco como na minha época?
(Texto: deconheço a fonte)
(fotos: George Pictures)
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Money, Money, Money.... o desenvolvimento deste País fascina-me! - parte 1
A empresa em que me encontrava a trabalhar há cerca de um ano e sete meses, fechou portas.
Óbviamente que isto se deve à crise que estamos a viver e como é sabido os impostos e as exigências deste governo, são de tal forma que não há empresa que se aguente no mercado.
Entre o ter uma baixa por assistência familiar (o meu pai com 84 anos, foi operado à apêndice - casos raros com a sua idade mas acontece - e graças a Deus correu tudo bem), fui em simultâneo trabalhando algumas horas uma vez que o meu cargo como gestora em Portugal da empresa, requeria os meus serviços constantemente.
Bem, até aqui, lá as coisas vão funcionando, entretanto vêm as férias (estas interrompidas pela razão acima mencionada) passam dois meses e nada de receber a baixa por parte da segurança social.
Estranhando o atraso, telefono para a segurança social, qual o meu espanto, quando me informam que não tenho direito a baixa por assistência à familia porque as baixas só estão atribuidas a descendentes e não a ascendentes, ou seja, se tivesse um filho, teria direito à baixa por assistência médica, mas como se tratava do meu Pai (e vivo com ele) não tenho direito a nada...
Por outro lado, no mesmo dia, tento ir ao site da segurança social para me registar, lá me pedem uma palavra pass que seria adquirida mediante o preenchimento do formulário ali presente que posteriormente me enviariam a "chave" para a minha morada de residência, ou, teria que me dirigir ao balcão mais próximo.
Por sorte ou azar, recebo uma carta no mesmo dia (14 de Agosto) a informar que o meu pedido para o subsidio de desemprego tinha sido deferido, no entanto, não me informam no respectivo ofício qual o meio que iria ser efectuado o pagamento, se por cheque ou transferência bancária.
Lá fui eu para a seg. social para tratar destes assuntos....
Espanto? Se calhar (e ainda bem... ou não) como desconhecia estes processos, nem tinha conhecimento que já tinha um NIB inserido no sistema... problema? O Processamento de salários já tinha sido feito....
Pois... o meu NIB estava desactualizado... Penso que este NIB se referia a uma conta adquirida enquanto trabalhei na Renascença em Elvas, entre os sistemas de POC e PORTARIA que nem sei se ainda existem...
Bom, mas onde é que eu quero chegar?
Será que estes dados não deveriam ter sido comprovados na altura do preenchimento dos formulários para a atribuição do subsidio? Também me podem dizer, mas e tu não perguntaste? Sim, até perguntei, mas como me informaram que primeiro teria que receber a carta por parte da segurança social, pois... fiquei à espera...
Por acaso tinha comigo os documentos necessários para o preenchimento do novo formulário a fim de actualizar o NIB (pensava...)
Pois bem, no multibanco sai o numero, mas não o nome, na internet, sai o numero e não o nome, pelo que teria que me dirigir ao Banco e solicitar o NIB com o nome do requerente.... Mas vá lá que a situação conseguiu resolver-se.
Resultado: A remuneração que deveria receber em Agosto, deverei receber em Outubro.... segundo informação prestada
Ao solicitar a palavra pass para registo online, fiquei com a nítida sensação de um País em atraso contínuo... Não pretendo ferir susceptibilidades a ninguém, mas, o que não entendo é porque razão, não nos é entregue na hora uma palavra-pass, (tal como nos bancos). Com as novas tecnologias que temos ao dispôr dever-se-ia aproveitar de forma mais rápida estas benesses... inacreditável!
Como não há duas sem três... no mesmo dia e da parte da tarde, recebo um email por parte da minha empresa, referindo que por motivos de dificuldade financeira, a minha remuneração, seria paga..... aos poucos....
Obviamente que estamos em tempos de "Vacances" (para alguns)... e neste momento aqui estou à espera...Até ao momento nunca me falharam... vejamos as cenas dos próximos capítulos!
E para não desesperar deixo uma musica que dispensa apresentações...
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Sorry!
A vontade não me tem permitido actualizar os meus blogues, tanto o Refugio Carmen como o Brown Visions. Peço desculpa a quem os visita e não tem tido o know-how habitual.
Abraços bloguistas
Carmen Dolores
Abraços bloguistas
Carmen Dolores
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