Vou deixar ao seu critério...
CC Radio Portugal
!–>
!–>
!–>
!–>
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Tem coragem para assistir a este video?
Tem coragem para assistir a este video?
Vou deixar ao seu critério...
Vou deixar ao seu critério...
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
DESABAFO: No meu tempo...
DESABAFO
Na fila do supermercado, o empregado da caixa diz a uma senhora
idosa que deveria trazer os seus próprios sacos para as compras, uma
vez que os sacos de plástico não eram amigos do meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: "Não havia essa onda verde no
meu tempo."
O empregado respondeu: "Esse é exactamente o nosso problema hoje,
minha senhora. A sua geração não se preocupou o suficiente com o
nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, a nossa geração não se
preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerantes e
cervejas eram devolvidas à loja. A loja mandava de volta para a fábrica,
onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada uso, e eles, os
fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupámos com o meio ambiente no nosso
tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas
lojas e nos escritórios. Caminhávamos até ao comércio, em vez de
utilizarmos o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que
precisamos de ir a dois quarteirões de distância.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio
ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não
havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós
mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. As
energias solares e eólicas é que realmente secavam as nossas roupas.
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido dos seus
irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente,
naqueles dias. Naquela época tínhamos só uma TV ou rádio em casa,
e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de
um lenço, não uma tela do tamanho de um lençol; que depois será
descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia
máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Fazer maionese era um
problema. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio,
usávamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou
"pellets" de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos, não se usava um motor a gasolina apenas para
cortar a relva, era utilizado um cortador de relva, que exigia músculos.
O exercício era extraordinário, e não precisávamos de ir a um ginásio e
usar passadeiras que também funcionam a electricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o
meio ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos
com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora
enchem os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas
vezes, em vez de comprar uma outra. Abandonámos as navalhas, ao
invés de deitar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes, só
porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias,
as pessoas apanhavam o autocarro e os meninos iam nas suas
bicicletas ou a pé para a escola, em vez de usar a mãe como um
serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e
não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia
de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais
de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a
pizzaria mais próxima.
Então, não dá vontade de rir que a actual geração fale tanto em meio
ambiente, mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um
pouco como na minha época?
(Texto: deconheço a fonte)
(fotos: George Pictures)
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Money, Money, Money.... o desenvolvimento deste País fascina-me! - parte 1
A empresa em que me encontrava a trabalhar há cerca de um ano e sete meses, fechou portas.
Óbviamente que isto se deve à crise que estamos a viver e como é sabido os impostos e as exigências deste governo, são de tal forma que não há empresa que se aguente no mercado.
Entre o ter uma baixa por assistência familiar (o meu pai com 84 anos, foi operado à apêndice - casos raros com a sua idade mas acontece - e graças a Deus correu tudo bem), fui em simultâneo trabalhando algumas horas uma vez que o meu cargo como gestora em Portugal da empresa, requeria os meus serviços constantemente.
Bem, até aqui, lá as coisas vão funcionando, entretanto vêm as férias (estas interrompidas pela razão acima mencionada) passam dois meses e nada de receber a baixa por parte da segurança social.
Estranhando o atraso, telefono para a segurança social, qual o meu espanto, quando me informam que não tenho direito a baixa por assistência à familia porque as baixas só estão atribuidas a descendentes e não a ascendentes, ou seja, se tivesse um filho, teria direito à baixa por assistência médica, mas como se tratava do meu Pai (e vivo com ele) não tenho direito a nada...
Por outro lado, no mesmo dia, tento ir ao site da segurança social para me registar, lá me pedem uma palavra pass que seria adquirida mediante o preenchimento do formulário ali presente que posteriormente me enviariam a "chave" para a minha morada de residência, ou, teria que me dirigir ao balcão mais próximo.
Por sorte ou azar, recebo uma carta no mesmo dia (14 de Agosto) a informar que o meu pedido para o subsidio de desemprego tinha sido deferido, no entanto, não me informam no respectivo ofício qual o meio que iria ser efectuado o pagamento, se por cheque ou transferência bancária.
Lá fui eu para a seg. social para tratar destes assuntos....
Espanto? Se calhar (e ainda bem... ou não) como desconhecia estes processos, nem tinha conhecimento que já tinha um NIB inserido no sistema... problema? O Processamento de salários já tinha sido feito....
Pois... o meu NIB estava desactualizado... Penso que este NIB se referia a uma conta adquirida enquanto trabalhei na Renascença em Elvas, entre os sistemas de POC e PORTARIA que nem sei se ainda existem...
Bom, mas onde é que eu quero chegar?
Será que estes dados não deveriam ter sido comprovados na altura do preenchimento dos formulários para a atribuição do subsidio? Também me podem dizer, mas e tu não perguntaste? Sim, até perguntei, mas como me informaram que primeiro teria que receber a carta por parte da segurança social, pois... fiquei à espera...
Por acaso tinha comigo os documentos necessários para o preenchimento do novo formulário a fim de actualizar o NIB (pensava...)
Pois bem, no multibanco sai o numero, mas não o nome, na internet, sai o numero e não o nome, pelo que teria que me dirigir ao Banco e solicitar o NIB com o nome do requerente.... Mas vá lá que a situação conseguiu resolver-se.
Resultado: A remuneração que deveria receber em Agosto, deverei receber em Outubro.... segundo informação prestada
Ao solicitar a palavra pass para registo online, fiquei com a nítida sensação de um País em atraso contínuo... Não pretendo ferir susceptibilidades a ninguém, mas, o que não entendo é porque razão, não nos é entregue na hora uma palavra-pass, (tal como nos bancos). Com as novas tecnologias que temos ao dispôr dever-se-ia aproveitar de forma mais rápida estas benesses... inacreditável!
Como não há duas sem três... no mesmo dia e da parte da tarde, recebo um email por parte da minha empresa, referindo que por motivos de dificuldade financeira, a minha remuneração, seria paga..... aos poucos....
Obviamente que estamos em tempos de "Vacances" (para alguns)... e neste momento aqui estou à espera...Até ao momento nunca me falharam... vejamos as cenas dos próximos capítulos!
E para não desesperar deixo uma musica que dispensa apresentações...
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Sorry!
A vontade não me tem permitido actualizar os meus blogues, tanto o Refugio Carmen como o Brown Visions. Peço desculpa a quem os visita e não tem tido o know-how habitual.
Abraços bloguistas
Carmen Dolores
Abraços bloguistas
Carmen Dolores
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Reconhecer...
Reconhecer que, lamentar-se, é mais fácil que lutar.
Reconhecer que, esperar é mais cômodo que seguir.
Reconhecer que, a atitude certa é tão difícil quanto a errada.
Reconhecer que, nada chega, senão houver luta e esperança.
Reconhecer que, a... pessoa certa, nem sempre é a certa mesmo.
Reconhecer que, uma nova luz, pode iluminar tanto quanto ou mais que outra.
Reconhecer que, amar não é ter posse.
Reconhecer que, aquela pessoa nem sempre é a melhor.
Reconheço que não consigo Reconhecer sempre a realidade.
Mas confesso que posso Reconhecer quem sou!
by cc a 11/05/2011
terça-feira, 2 de julho de 2013
Petição Por uma Banda do Cidadão com direitos
Petição Por uma Banda do Cidadão com direitos
Para: Assembleia da República
Ex.mos Senhores Deputados da Assembleia da Republica Portuguesa:
Eu, Carlos Alberto Morais de Carvalho, cidadão português com o nº de bilhete de identidade 9561582, utente da Banda do Cidadão e registado na Anacom com o Certificado de Registo 109591 de 27/09/2000, venho como peticionário pedir a apreciação do seguinte:
Esta petição divide-se em duas partes. A primeira que pede a alteração das potências dos emissor-receptores CB para os 4 watts em AM e 12 watts P.A.R. para as bandas LSB, USB, e mantendo os 4 watts para a FM, tendo por base as conclusões de um estudo feito pelo ETSI - European Telecommunications Standards Institute. A segunda parte pretende que sejam revistas outras normas de forma a ser mais fácil e atractiva a adesão à Banda do Cidadão por parte de novos utilizadores de facilitar o regresso dos utilizadores e adeptos mais antigos.
Primeira parte:
No passado mês de Abril de 2009, foi publicado um estudo do ETSI - European Telecommunications Standards Institute, e que pode ser lido e analisado em http://portal.etsi.org/action/pu/20090901/tr_102626v010101p.pdf , e que está também publicado em outros sites da especialidade, no qual demonstra claramente que os aparelhos (emissor-receptores) da Banda do Cidadão não interferem com qualquer aparelho electrónico de uso comum tais como televisores, Hi-FI, computadores, entre outros, bem como na sua recepção e emissão de sinal, nomeadamente, sinal de televisão (analógica, cabo ou digital), recepção de emissões da rádio, internet, etc. Aliás, vem confirmar aquilo que nós, utilizadores e aficionados desta forma de comunicação por rádio, já vimos desde há muito sabendo. Não só os aparelhos CB, bem como as suas montagens (quando bem feitas, mas isso é como tudo...), os ditos aparelhos que falei acima, estão mais fiáveis, bem como como as suas blindagens às ondas harmónicas estão muito mais eficazes. Desta forma não se justifica que as limitações no que à potência dos emissores diz respeito, se mantenha. Não é objectivo desta petição pedir a desregulamentação, mas sim, que se volte ao estado anterior, estado esse que vigorou durante anos até à misera lei de 2000 (Decreto-Lei 47/2000 de 24 de Março), na qual foram retirados alguns direitos fundamentais, dos quais falarei mais adiante. Assim, e analisando tudo quanto foi testado e interpretando os seus resultados, se chega à conclusão que não se justifica a actual restrição da potência permitida. Agradecia que lessem o dito estudo e tirassem Vossas Excelências as vossas conclusões, e assim procedessem à revisão da lei.
Segunda parte:
Desde há alguns anos que a Banda do Cidadão está desprezada quer pelas autoridades oficiais (neste caso a Anacom), e desqualificada por força da lei (Decreto-Lei 47/2000 de 24 de Março). Além da potência dos equipamentos, foram introduzidas normas que claramente prejudicam e muitas vezes inviabilizam a utilização desta forma de comunicação.
Sendo mais concreto, a CB é um meio de comunicação popular, que requer poucos meios e conhecimentos técnicos muito avançados. Qualquer pessoa pode (ou devia poder) ter uma estação CB. Mesmo em caso de emergência grave, a CB devia ter um papel fundamental. Para começar, a CB não requer o uso de repetidores. Uma simples bateria ou mesmo pilhas possibilita o uso de uma pequena estação destas. Logo, não está dependente do fornecimento de energia eléctrica permanente e nem da ajuda de outros meios. Ela própria é autónoma de factores exteriores (excepção feita à propagação). Assim, devia ser mais valorizada e mais protegida pela lei e pelas autoridades (protecção civil incluída). É fundamental agilizar as leis de forma a possibilitar o seu uso mais generalizado. Um dos factores que impedem a adesão à CB é a taxa de registo como utilizador (mais de 75 Euros). A isto junte o equipamento, uma antena mesmo das mais baratinhas, fonte de alimentação (desnecessária quando usada na viatura)... Tudo junto dá já um valor considerável. Essa taxa serve apenas para... nada. Não há protecção da entidade reguladora, fiscalização decente e resposta a algumas queixas, nomeadamente, como tem acontecido com as interferências da PLC na Banda do Cidadão (neste caso nem tão pouco há respostas). Basta consultar a internet para se ter uma visão mais concreta do que se está a falar. Além desta taxa inútil há ainda a questão da montagem das antenas nos edifícios. Antigamente bastava comunicar ao senhorio que se pretendia montar uma antena para este efeito. Tinha-se que cumprir alguns requisitos, mas não se podia impedir a montagem logo à partida. A nova lei (Decreto-Lei 151A/2000 de 20 de Julho) diz que tal só pode acontecer com o consentimento do proprietário do imóvel (senhorio), além de não dispensar outros procedimentos e licenças autárquicas. Bem, afinal o que se pretende montar é apenas uma simples antena CB e não qualquer outro “monstro”. É uma simples antena. Concordamos que existam regras, mas parece-me que a anterior lei (Decreto-Lei nº 147/87 de 24 de Março) já tinha isso em conta e não punha tantos entraves. A lei previa procedimentos técnicos e sanções aos incumpridores.
Finalmente é a questão dos anteriores equipamentos (rádios) legalizados (com licença e tudo e dos quais andámos anos a fio a pagar uma taxa anual). No inicio de 2006 esses equipamentos passaram a ser proibidos. O que até aqui era legal e fonte de receita para o Estado, deixou de o ser. Aliás, é alvo de multa e apreensão do rádio quem for “apanhado” a usar esses equipamentos. Eu mesmo ainda tenho um guardado para recordação, a apodrecer... Não era preferível criar condições para os manter em actividade? Nem que fosse sujeitando os mesmos a reavaliação por parte da Anacom? O que se passa é que existem milhares de rádios (ex-legais) pelo nosso Portugal fora, e que podiam estar em uso. Afinal, como já mencionei atrás, a CB é um meio de comunicação popular e de utilidade pública. As justificações para esta lei nem são justificáveis. Faço a analogia comparando uma qualquer lei que diz que a partir da data “tal” qualquer viatura nova tem que ser vendida com airbags em todos os lugares, logo os mais antigos não podem circular após essa data. Faz sentido? E os Fiat’s 600? E os 2 CV da Citroen? Simplesmente mandam-se abater? Mesmo do ponto de vista ecológico, e numa altura que tanto se pede que se “estenda” a vida dos mais diversos equipamentos a fim de se evitar lançar para o ambiente resíduos como metais pesados e perigosos como o chumbo, esta lei não faz sentido. Esta lei foi discriminatória na minha opinião e obedeceu a outros interesses que não os interesses dos cibistas.
Conclusão:
Deixo estas considerações à atenção dos Senhores Excelentíssimos Deputados e faço votos para que sejam analisadas e possamos ter uma regulamentação mais justa e flexível para a Banda do Cidadão. A CB está regulamentada em Portugal desde 1978. Teve problemas (sabemos disso) mas o desenvolvimento tecnológico e a sapiência dos seus utilizadores tratou de resolver muitos deles. Só a lei, em vez de acompanhar os tempos, andou para trás. Tratou de fazer fazer difícil aquilo que é fácil. Complicou e restringiu aquilo que com poucas medidas podia ter evitado. Mas mantém-se viva e tem muita gente que a quer dinamizar. A CB merece isso.
Esta petição pede apenas mais justiça tendo em consideração a evolução das tecnologias e dos tempos. A primeira parte da petição justifica-se plenamente já que existe um estudo importante que nos dá razão. A segunda parte é fruto da vivencia de muitos de nós que já cá “andamos” há alguns anos a lutar por esta forma de comunicação. Só os subscritores desta petição, com as suas assinaturas, podem confirmar o que aqui expus.
Cumprimentos
Carlos Alberto Morais de Carvalho
Assine esta Petição
sábado, 22 de junho de 2013
Radio LusitaniaCB Promo 2013 - Mais que uma rádio.. uma familia
E para quem tem duvidas, este é o meu segundo refúgio...
Tá dito, tá dito
Tá dito, tá dito
Subscrever:
Mensagens (Atom)

