CC Radio Portugal
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sábado, 16 de fevereiro de 2013
Vestigios da Noite!
As noites vestem a solidão daquela vivenda
Ali mora o frio, ténue vestígio marcado
Por penúmbras de pensamentos irrequietos, sombrios
Esquecidos no tempo, lembrados no passado
Longe de nostalgias
São vidas renegadas ao presente
Frutos de aventura e distracção
São vidas atraídas erróneamente
Pela viciante chama da paixão
As noites ali teimam em permanecer
Pelo descalabro grito da mudança
As noites ali sentem prazer
Fazer sofrer pela vã esperança
São chancelas miseráveis
Cujo entendimento é irracional
Vindas de sorrisos afáveis
Acidentando mortalmente
O que até então seria... ocasional
As noites trespassaram a mente
Prenderam olhares em liberdade
Cruzaram corações estupidamente
E não deixaram fluir a verdade
Verdades que amargamente cegaram
E feriram a alma com açoites
O Futuro que naquela vivenda deixaram
São hoje... os vestigios... da noite!
Autoria: Carmen Dolores
Este meu Presente!
Mata o grito que levo dentro
Mata a esperança que em vão sinto
Mata todo o tipo de sentimento
Que levo diariamente
E sabes que não te minto...
Quero apagar a dor presente
Que insiste em permanecer
No leito da minha mente
Deus peço-te!
Não quero mais sofrer
Dá-me forças para lutar
Contra vicios adquiridos
Dá-me coragem e determinação
De não mais aceitar
Meus ultimos erros cometidos
Sempre lutei,
É do teu conhecimento
Só não sei onde falhei
Para o que quero ir desaparecendo
Desinteresse por continuar
É o que sinto na verdade
A bola de neve teima em aumentar
E não tenho mais capacidade
Em conseguir acreditar
Que algo vai mudar...
Este meu Presente!
Autoria: Carmen Dolores
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Mãe... como me fazes falta!
Passou um ano...
Mas as lembranças continuam
E vão continuar..
Não há dia que não me recorde de ti
Não há dia que não chore..
Por saudades, por impotência
Por culpabilidade e até arrependimento
Custa-me muito falar
Ou pronunciar algo sobre ti
Os locais onde estivemos...
O que partilhámos...
Aquele abraço gostoso..
Sempre que me deito ou até antes
A tua imagem percorre-me a mente
Cada vez que recordo o teu sofrimento...
Massacro-me nestes pensamentos
Incessantemente.. e não param..
Constantemente surgem
E não param..
Sabes... dava tudo neste momento
Até morrer.. para ir ao teu encontro
Sentir o teu abraço,
Os teus beijos,
As tuas suaves mãos,
Ver o teu sorriso,
E este.. é o meu castigo..
Não te ter mais junto a mim
Mãe.. como me fazes tanta falta :'(
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
sometimes...
You ask me if I love you
And I choke on my reply
I'd rather hurt you honestly
Than mislead you with a lie
And who am I to judge you
On what you say or do?
I'm only just beginning to see the real you
And sometimes when we touch
The honesty's too much
And I have to close my eyes and hide
I wanna hold you til I die
Til we both break down and cry
I wanna hold you till the fear in me subsides
Romance and all its strategy
Leaves me battling with my pride
But through the insecurity
Some tenderness survives
I'm just another writer
Still trapped within my truth
A hesitant prize fighter
Still trapped within my youth
At times I'd like to break you
And drive you to your knees
At times I'd like to break through
And hold you endlessly
At times I understand you
And I know how hard you've tried
I've watched while love commands you
And I've watched love pass you by
At times I think we're drifters
Still searching for a friend
A brother or a sister
But then the passion flares again
(Daniel Evans original by Dan Hill)
And I choke on my reply
I'd rather hurt you honestly
Than mislead you with a lie
And who am I to judge you
On what you say or do?
I'm only just beginning to see the real you
And sometimes when we touch
The honesty's too much
And I have to close my eyes and hide
I wanna hold you til I die
Til we both break down and cry
I wanna hold you till the fear in me subsides
Romance and all its strategy
Leaves me battling with my pride
But through the insecurity
Some tenderness survives
I'm just another writer
Still trapped within my truth
A hesitant prize fighter
Still trapped within my youth
At times I'd like to break you
And drive you to your knees
At times I'd like to break through
And hold you endlessly
At times I understand you
And I know how hard you've tried
I've watched while love commands you
And I've watched love pass you by
At times I think we're drifters
Still searching for a friend
A brother or a sister
But then the passion flares again
(Daniel Evans original by Dan Hill)
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Oi como te sentes hoje?
Por vezes somos seres incapazes
de saber lidar com outros nos momentos de crise
agonia profunda que machuca a alma
que segue ardentemente o nosso destino
Somos seres prejudiciais uns para os outros
machucamos, dizemos o que não queremos
Mentimos para nao machucar
Ou falamos o que não sentimos
Talvez para ferir
Talvez para desafiar
Hoje cometi uma dessas
não que conscientemente o queira
Mas feri.. e feri muito
Tou ferida, sim!
Tou magoada, também
Pela ausencia
Por já não encontrar
ou ver a pessoa
que outrora vi
Senti muito carinho
Senti que era a minha alma gemea
Hoje
Simplesmente a machuquei
Mas Deus sabe
Que nao tenho falhado ( e essa pessoa também)
Também tenho os meus dias
Ruins... e se são ruins...
Mas também digo que esperava
que essa pessoa jamais me bloqueasse
Quando esquecemos que somos seres
Que temos a capacidade de melhorar
E resolvemos "des-sintonizar"
Dá nisto!
E de que vale?
Algum de nós fica bem?
Impossivel
Foi mais facil excluir um contacto
Do que perguntar mesmo em off:
Oi como te sentes hoje?
de saber lidar com outros nos momentos de crise
agonia profunda que machuca a alma
que segue ardentemente o nosso destino
Somos seres prejudiciais uns para os outros
machucamos, dizemos o que não queremos
Mentimos para nao machucar
Ou falamos o que não sentimos
Talvez para ferir
Talvez para desafiar
Hoje cometi uma dessas
não que conscientemente o queira
Mas feri.. e feri muito
Tou ferida, sim!
Tou magoada, também
Pela ausencia
Por já não encontrar
ou ver a pessoa
que outrora vi
Senti muito carinho
Senti que era a minha alma gemea
Hoje
Simplesmente a machuquei
Mas Deus sabe
Que nao tenho falhado ( e essa pessoa também)
Também tenho os meus dias
Ruins... e se são ruins...
Mas também digo que esperava
que essa pessoa jamais me bloqueasse
Quando esquecemos que somos seres
Que temos a capacidade de melhorar
E resolvemos "des-sintonizar"
Dá nisto!
E de que vale?
Algum de nós fica bem?
Impossivel
Foi mais facil excluir um contacto
Do que perguntar mesmo em off:
Oi como te sentes hoje?
sábado, 22 de dezembro de 2012
Mãe - Amor eterno
Saudades que de ti tenho... e hoje é mais um entre muitos dias que continuam a teimar as lágrimas pelo amor e saudade que me acompanham eternamente..
Não interessa quando, essa data é marcada por Deus, no qual nos encontraremos, mas aqui hoje e sempre na terra continuarei a ver-te como o meu amor eterno...
Não interessa quando, essa data é marcada por Deus, no qual nos encontraremos, mas aqui hoje e sempre na terra continuarei a ver-te como o meu amor eterno...
Deus te acompanhe!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
O menino que Gaspar não conhece - www.expresso.pt
O menino que Gaspar não conhece
Supermercado do centro comercial das Amoreiras, fim da tarde de terça-feira. Uma jovem mãe, acompanhada do filho com seis anos, está a pagar algumas compras que fez: leite, manteiga, fiambre, detergentes e mais alguns produtos.
Quando chega ao fim, a empregada da caixa revela: são 84 euros. A mãe tem um sobressalto, olha para o dinheiro que traz na mão e diz: vou ter de deixar algumas coisas. Só tenho 70 euros.
Começa a pôr de lado vários produtos e vai perguntando à empregada da caixa se já chega. Não, ainda não. Ainda falta. Mais uma coisa. Outra. Ainda é preciso mais? É. Então este pacote de bolachas também fica.
Aí o menino agarra na manga do casaco da mãe e fala: Mamã, as bolachas não, as bolachas não. São as que eu levo para a escola. A mãe, meio envergonhada até porque a fila por trás dela começava a engrossar, responde: tem de ser, meu filho. E o menino de lágrima no canto do olho a insistir: mamã, as bolachas não. As bolachas não.
O momento embaraçoso é quebrado pela senhora atrás da jovem mãe. Quanto são as bolachas, pergunta à empregada da caixa. Ponha na minha conta. O menino sorriu. Mas foi um sorriso muito envergonhado. A mãe agradeceu ainda mais envergonhada. A pobreza de quem nunca pensou que um dia ia ser pobre enche de vergonha e pudor os que a sofrem.
Tenho a certeza que o ministro Vítor Gaspar não conhece este menino, o que seria obviamente muito improvável. Mas desconfio que o ministro Vítor Gaspar não conhece nenhuns meninos que estejam a passar pela mesma situação. Ou se conhece considera que esse é o preço a pagar pela famoso ajustamento. É isso que é muito preocupante.
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-menino-que-gaspar-nao-conhece=f768572#ixzz2Cz7ZWWHR
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